segunda-feira

Brooklyn Local 1

Norte americana de estilo Belgian Golden Strong Ale. Teor alcoólico de 9%. Com cor dourada, bem intensa, e creme branco fofinho de boa duração essa cerveja me surpreendeu muito! Ela é altamente complexa. Seu aroma remete a lúpulo, mas não é aquele lúpulo de uma IPA, é algo super leve, bem agradável com pequenos toques frutados. No sabor toques muito doces e ao mesmo tempo fortes, robustos, vindos provavelmente do álcool. É uma cerveja de carbonatação alta e corpo bem presente e perfeito na boca. Final seco, um tanto picante mas curto. Seu retrogosto é alcoólico e ao mesmo tempo, um tanto adocicado. Sugiro algumas notas de damasco. Uma maravilha de cerveja!

sexta-feira

Meantime Raspberry Grand Cru

Britânica com 6,5% de álcool. Por se tratar de uma fruit lambic, imaginamos que seu sabor seja super frutado e adocicado, assim como as fruit lambics de estilo belga. Engana-se quem pensa isso da Meantime Raspberry. Não encontrei nada de framboesa, tanto no aroma quanto no sabor... é uma cerveja bem diferente. Sua cor é dourada, levemente avermelhada, seu creme branco, alto, de pouca duração, carbonatação média/alta. Seu sabor é um tanto ácido. O final é seco e cortante. Acredito que é uma cerveja que não agrada a todos os paladares!

quinta-feira

Sapporo Premium

Lager japonesa com 4,9% de álcool. Por se tratar de uma lager pode-se dizer que é uma cerveja super leve. Tem cor dourada e espuma branca de pouca duração. Seu aroma sugere notas muito leves de malte, lúpulo, e algo bem herbáceo. Sabor de curta duração, seguindo o leve malte do aroma e com amargor moderado. Carbonatação média. Retrogosto levemente amargo. Confesso que não superou minhas expectativas.

terça-feira

Coopers Original Pale Ale

Pale Ale australiana levíssima! Teor alcoólico de 4,5%, com cor amarelo claro, é levemente turva, seu creme é branquinho de baixa formação e pouca duração. Seu aroma é bem maltado, nota-se bem lá no fundo alguma coisa de lúpulo, mas bem pouquinho. No paladar a carbonatação mostrou-se bem elevada, mas a cerveja em si tem um corpo leve. Seu sabor no início é um pouco adocicado, mas logo derrubado pelo amargor do lúpulo, que não permanece na boca por muito tempo. Deixa um retrogosto levemete doce na boca. Por ser uma Pale Ale ela deixa um pouco a desejar. Não é tão lupulada como outras do mesmo estilo. Mas é uma cerveja muito boa no meu ponto de vista!

segunda-feira

Mastra Roja

Uruguaia de estilo Strong Scotch Ale. Teor alcoólico 6,2%. Tem coloração bem avermelhada, opaca, espuma densa de boa duração, aroma de maltes torrados e frutas secas, sugere um leve toque de lúpulo. Seu sabor no começo até vem com um adocicado mais ativo do malte, mas acaba evoluindo para um paladar de potente acidez, graças a presença abundante do fermento, que traz essa acidez atípica para o estilo. Os maltes que deveriam ser as estrelas, acabam sendo "queimados" pela marcante acidez. Possui corpo médio e carbonatação de média para baixa. O álcool está bem inserido. Seu final é seco e um pouco picante. Pode-se dizer que para os dias frios é uma boa cerveja!

quinta-feira

Valentins Hefeweissbier

Cerveja de trigo alemã super cremosa, de carbonatação média, com teor alcoólico de 5,2%. É bem menos complexa do que outras weissbier(s) alemãs. Sua cor é amarelo intenso quase dourado, bem turva, com espuma de cor branca de ótima densidade, boa formação e duração. No aroma percebi algo parecido com fermento de pão e banana. Seu sabor é suave, daonde se verifica um fraco retrogosto doce, de banana. Final adocicado e levemente picante. É uma cerveja leve para o estilo Weiss, mas uma bela cerveja.

quarta-feira

Bavaria 8.6 Special Beer

Essa holandesa é uma strong lager de 7,9% de álcool. Tem cor dourada e espuma branca não muito densa. Seu aroma é adocicado mas com álcool presente. Seu sabor é maltado, um tanto adocicado, e assim como no aroma, o álcool sobressai no sabor também. Confesso que isso não me agradou. Infelizmente essa cerveja tem uma drinkability baixa pelo seu conjunto: álcool + sabor doce, então você vai tomar uma para saborear e parar por aí, não que ela seja ruim, longe disso, mas ela não foi feita para tomar trago, e sim para ser degustada.

Abadessa Helles

Gaúcha de estilo Munich Helles. Teor alcoólico: 4,6%. É uma cerveja de cor dourada intensa, um pouco turva, com formação de bastante creme, mas que, não persiste. É uma cerveja de baixa fermentação que respeita a lei da pureza de 1516. No aroma a presença do lúpulo é marcante, mas há também notas muito agradáveis de malte. No sabor, o lúpulo é inserido na medida certa, podendo-se notar o malte também. Tem um final seco e refrescante! Uma bela cerveja!

terça-feira

Pilsner Urquell

Essa tcheca é a Primeira Pilsen do mundo!! Por ser uma pilsen todos pensam em se tratar de um estilo leve, por conta das nossas macronacionais que acham que fabricam pilsen, mas não, a Pilsner Urquell(que deveria ser comum) ganha um grande destaque. Sua coloração é amarelo intenso, não chega a ser dourado, seu creme é branco bem cremoso, fica na medida certa. Seu aroma é bem lupulado, mas nota-se mais o malte. No sabor um leve adocicado, acompanhado de um retrogosto amargo, típico de uma pilsen (ou pilsner, como quiser). Tem corpo perfeito para o estilo. Com certeza é a melhor pilsen que EU já experimentei. A melhor pedida para explicar a um leigo que a cerveja de mercado que ele toma não é uma pilsen!

Leffe Brune

Essa belga faz parte da família das Leffes. Sua cor é escura, mas se colocada contra a luz pode-se perceber um tom levemente avermelhado. Tem creme suave mas, persistente, boa carbonatação. Aroma delicioso com notas torradas, típico de uma boa Belga. No sabor ela é adocicada no começo porém, termina com amargor predominante, mas muito agrdável com notas de café e caramelo. Um tanto encorpada. Uma cerveja maravilhosa, não deixa a desejar em nada!